“Pequena era de gelo” - Embaraço Para Ecologistas

   A Universidade Autônoma do México (UNAM) prevê uma “pequena era de gelo” para os próximos 60 a 80 anos. Ela resultará da constatada diminuição da atividade solar.

   Víctor Manuel Velasco Herrera, investigador do Instituto de Geofísica, expôs os resultados de vários meses de pesquisa de uma equipe de investigadores da UNAM sobre a conduta dos glaciais.

   Sublinhou que os prognósticos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPPC) sobre o aquecimento global estão errados: “São incorretos, porque só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados em cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar [...]. Neste século os glaciais estão aumentando”, como se observa na Cordilheira dos Andes, no glacial Perito Moreno (Patagônia), no Logan (Canadá) e no glacial Franz-Josef (Nova Zelândia).

   Especialista da "National Autonomous University of Mexico" preve que em mais ou menos 10 anos a Terra entrara numa “pequena era glacial” que vai durar de 60 a 80 anos causada pela queda na atividade solar.

   Velasco Herrera descreveu como erradas as previsões do “Intergovernmental Panel on Climate Change" (IPCC), sobre a qual o planeta esta passando por gradual aumento de temperatura, o chamado “Aquecimento Global”.

   Os modelos e previsões do IPCC “estão incorretos porque são baseados unicamente em modelos matematicos e apresentam resultados em cenarios que não incluem, por exemplo, as atividades solares”, disse o especialista também em processamento de imagens e sinais de prevenção de desastres naturais.

   No momento, assegurou, o mundo está entrando numa fase de transição quando as atividades solares diminuem consideravelmente, “então, em mais ou menos 2 anos, haverá uma pequena era glacial que durará de 60 a 80 anos”, e a imediata consequencia disso, adicionou, será a aridez.

Fonte

Presidente de Uganda: "Não entreguem preservativos às crianças"

   Uganda é um país que se tornou um exemplo raro de sucesso na luta contra a Aids na África, ao reduzir significativamente a incidência que já foi das mais altas do continente.
"Se outros países tivessem seguido o exemplo de Uganda, milhões de vidas teriam sido poupadas.", afirma Rand Stoneburner, ex-epidemiologista da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Enquanto alguns outros países baseiam suas políticas de combate à Aids unicamente em custosas campanhas de distribuição de preservativos, com eficácia duvidosa, Uganda apresenta uma fórmula de sucesso que tem despertado a atenção de especialistas de todo o mundo.
   A revista Seleções Reader's Digest, por exemplo, em sua edição de Janeiro de 2004, publicou a reportagem "Contra a Aids" mostrando que enquanto a epidemia devasta o sul da África, matando milhões, Uganda está mudando esse panorama. E que é possível, sim, mudar a mentalidade de toda uma nação.

Seguem alguns trechos dessa reportagem:

   Julius Lukwago e Fiona Kyomugisha têm 24 anos e formam um jovem casal moderno - com uma diferença: são e pretendem continuar virgens até o casamento. É assim que o amor funciona na Uganda de hoje: prudentemente. Motivo? A Aids.
O vírus HIV está devastando os países vizinhos, no sul da África, onde se estima que 2,4 milhões de pessoas tenham morrido no ano passado e quase 30 milhões estejam infectados. O vírus compromete a produção de alimentos, superlota hospitais, reduz a expectativa de vida e gera milhões de órfãos.
   Em Uganda, no entanto, o índice de mortes e de infecção vem decrescendo. Agindo com cautela, mantendo-se fiéis e recusando-se a lidar com a Aids como uma vergonha pessoal, os ugandenses estão se tratando com uma poderosa e eficiente "vacina social", segundo Rand Stoneburner, ex-epidemiologista da Organização Mundial de Saúde (OMS).

   "Ela provavelmente é mais potente do que as vacinas biomédicas que os cientistas esperam desenvolver no futuro", acredita Stoneburner. "Se outros países tivessem seguido o exemplo de Uganda, milhões de vidas teriam sido poupadas."

   É interessante notar como foi possível mudar o comportamento de grande parte da sociedade ugandense. Com os atuais níveis assustadores de pornografia na sociedade, em geral as pessoas tendem a achar que trata-se de um quadro irreversível.

   A reviravolta é conseqüência de mudanças de comportamento. "O trunfo da abordagem ugandense foi não ter se concentrado apenas nos remédios ocidentais e no uso de preservativos", diz Edward Green, pesquisador sênior de Harvard e membro do conselho presidencial para a Aids. "Custa muito pouco. E mostra que, com medidas firmes e inteligentes, a Aids pode ser evitada."
   Quando o presidente Yoweri Museveni subiu ao poder à frente de um exército rebelde, em 1986, herdou um país entorpecido por 15 anos de ditaduras, terror e guerrilha, onde mais de meio milhão de pessoas havia morrido. Os serviços de estradas, energia, água e saúde estavam arruinados.
   Enquanto isso, todo mês, milhares morriam de doenças relacionadas à Aids, como tuberculose e pneumonia. Ainda criança, Fiona Kyomugisha foi ao enterro de cinco parentes vítimas da doença. Embora soubessem que algo estava terrivelmente errado, as pessoas tinham medo de falar.

   "Os médicos me disseram que a doença não tinha cura, mas fiquei aliviado", lembra Museveni. "A Aids não é tão contagiosa quanto a Sars ou o Ebola. Não se pega no ônibus ou num aperto de mão. A Aids é uma doença de estilo de vida, disseminada principalmente pelo sexo desprotegido. Se as pessoas soubessem disso, poderiam evitá-la. Então batemos os tambores e demos o alarme."
   O rufar dos tambores - o tradicional sinal de alarme das aldeias - anunciava boletins informativos do rádio e da televisão sobre a Aids várias vezes ao dia, sempre martelando a mensagem: A Aids é transmitida por relações sexuais... Você precisa se proteger... Não vale a pena morrer por sexo.
   O programa de prevenção se resumia a um trinômio: Abstinência, Fidelidade ou Camisinha. Museveni tirou o problema das mãos dos profissionais de saúde e montou uma unidade especial no seu gabinete. Agora batizada de Comissão de Aids de Uganda, a unidade foi a primeira do tipo em todo o mundo. Seus veículos tinham o lema "Voltinhas Zero" pintado na lateral. Criado pelo presidente, significa "fique com seu parceiro".
   Todos os segmentos da sociedade se envolveram, de equipes esportivas a grupos musicais e curandeiros tradicionais. Ensinavam-se fatos sobre Aids em quase todas as salas de aula. As igrejas lançaram campanhas para convencer os jovens a adiar a experiência sexual.
   "Eu sabia de tudo aos 11 ou 12 anos", recorda Julius Lukwago. "Aprendi a usar camisinha em seminários de conscientização sobre a Aids na própria aldeia, mas não parecia certo fazer sexo porque nosso medo da doença era muito grande."

   O resultado dessa franqueza foi extraordinário. "As pessoas acordaram e pararam de se arriscar", diz Lawrence Marum, dos Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, que trabalhou em Uganda durante a década de 90. "Isso provocou mudanças radicais num lugar fundamental: o quarto."
   Estudos realizados por diversos especialistas em saúde pública mostraram mudanças dramáticas. Numa escola, o número de meninos com idade entre 13 e 16 anos que faziam sexo despencou de 61% em 1994 para 5% em 2001, enquanto o número de meninas sexualmente ativas caiu de 24% para 2%. "A abstinência é difícil", admite Fiona Kyomugisha. "Tive várias    oportunidades de ter relações sexuais, mas não cedi. Os riscos eram grandes demais."

   Fidelidade virou norma - A "vacina social" usada por Uganda, além de não ter contra-indicações, produz um efeito benéfico em toda a sociedade, como por exemplo a maior estabilidade do matrimônio. Ao passo que as campanhas de difusão do chamado "sexo seguro" produzem o efeito contrário: erotização da sociedade, aumento das doenças sexualmente transmissíveis, dos casos de gravidez indesejada e dos casos de separação entre os casais por infidelidade. Por essa razão, o exemplo de Uganda desperta sobressaltos naqueles que lucram com o mercado da pornografia.

   Em 1995, pouco mais da metade dos adultos era fiel a seus parceiros, segundo a Pesquisa Demográfica e de Saúde de Uganda. Em 2000/2001, eram fiéis 97% dos homens casados e 88% das mulheres casadas, um pouco menos entre os solteiros. "Dos estudantes que conheço, cerca de três quartos se abstêm ou são fiéis aos parceiros", garante Julius.

   O número de homens que admitiam ter relações sexuais casuais entre 1989 e 1995 caiu em mais de 50%, segundo o Programa Global de Aids em Genebra. Mesmo grupos sexualmente ativos como jovens soldados ficaram mais cautelosos.
No começo, como não eram muito acessíveis, os preservativos não tiveram papel fundamental no programa de prevenção ugandense, exceto entre grupos de alto risco, como as prostitutas. "Ouvimos que há apenas uma borracha fina entre nós e a morte de nosso continente", disse Museveni numa conferência da OMS em 1991. "No entanto, em países como o nosso, a mãe às vezes precisa andar 30 quilômetros para conseguir uma aspirina e dez para encontrar água. Então os problemas práticos de obter e usar camisinhas talvez jamais se resolvam. Os preservativos desempenham um papel importante, mas por si só não bastam." Com efeito, os países africanos que ofereciam maior acesso aos preservativos, como Botsuana e Zimbábue, têm hoje os índices mais altos de Aids.
   Com o número cada vez maior de pessoas querendo saber se estavam infectadas, um grupo de profissionais de saúde e assistentes sociais criou um serviço de exames na sala de um hospital, em 1990. O Centro de Informações sobre Aids, como foi batizado, logo se tornou uma rede com mais de 80 unidades.
   Nos arredores de Entebe, acompanhei William e Patience [nomes fictícios] quando foram fazer o exame, pelo qual pagaram dois dólares cada um. Durante a meia hora de espera pelo resultado, eles contaram sua história a uma conselheira.
   Eles haviam se conhecido e se apaixonado na igreja, mas se abstiveram de ter relações sexuais porque ambos tinham segredos. William, 23 anos, jardineiro, mantivera relações com algumas mulheres anos antes. Patience,19 anos, empregada doméstica, fora estuprada pelo patrão. Eles mal conseguiam olhar quando o envelope pardo chegou do laboratório. A conselheira leu os documentos. "Os exames dos dois deram negativo", disse ela. O casal riu de alívio. "Agora podemos ser fiéis com segurança!", alegrou-se Patience.
   As pessoas infectadas são encaminhadas à Organização de Apoio à Aids, também criada por voluntários, que luta contra o estigma da doença e ajuda os pacientes a viver de forma positiva. Anne Kaddumukasa - funcionária da Organização cujo marido morreu de Aids - afirma: "Quando as pessoas infectadas com o HIV cuidam de outras vítimas da doença, elas vivem mais, permanecem no trabalho, cuidam da família durante mais tempo e ainda ajudam os outros dizendo: < Por favor, aprendam com o nosso infortúnio."
   Turmas escolares recebem tablóides mensais gratuitos com títulos como "Papo direto" e "Papo jovem", que discutem a saúde sexual. Eles se vinculam a programas de rádio transmitidos em cinco línguas. A abordagem é franca.
Reconhecimento internacional:

   "Nós enfatizamos as opções do trinômio, mas nunca nos esquivamos às perguntas", garante Betty. "O mais importante é estar aberto e deixar os jovens falar. Tentamos convencê-los de que ter desejo sexual não significa que precisam se apressar em ter relações sexuais."
   Embora aclamada pelas Nações Unidas como o maior sucesso da África, Uganda ainda tem muitos problemas. Um milhão de pessoas morreram, deixando um milhão de órfãos. O índice de Aids foi reduzido em dois terços, para 5%, mas ainda contrasta com o de 0,3% da Europa Ocidental. Mais de 250 ugandenses são infectados todos os dias.
   Entretanto, a situação é muito pior em outros países do sul da África. Segundo números do Programa de Aids da ONU, 20,1% das pessoas com idade entre 15 anos e 49 anos na África do Sul, 33,7% no Zimbábue e 38,8% em Botsuana estão infectadas.

   O presidente Museveni não entende por que o exemplo de Uganda foi ignorado por tanto tempo pelos outros países. "Como a Aids é um problema sexual, as pessoas têm vergonha de enfrentá-lo", diz ele. "Mas o que é pior: ficar constrangido ou morrer?"

   Um exemplo que passa a ser seguido por outros países:

   Outros países, como Quênia e Zâmbia, passaram a seguir o modelo ugandense e a mesma medicina moral está começando a dar resultados entre as gerações mais novas.
   No começo, Uganda ganhou poucos admiradores entre as agências humanitárias ocidentais que promoviam a expedição de preservativos para combater a Aids. Isso, porém, está mudando agora, quando se vê que os programas que preconizam mudanças de comportamento, como fidelidade e abstinência, podem de fato funcionar.
   Como diz Peter Piot, diretor-executivo do Programa de Aids da ONU: "Conquistas como a de Uganda mantêm viva a esperança de que o mundo não está impotente diante da epidemia."

   Durante a 15ª Conferência Internacional de Aids, realizada em julho/2004 em Bangcoc na Tailândia, o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, reafirmou que a abstinência sexual, não o uso de preservativos, era a melhor maneira de impedir a disseminação do vírus da Aids. E ele tem um exemplo concreto para provar isso.

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   Quem diria ein? a igreja depois de tudo estava certa.

   Próxima reportagem: glaciação global se aproxima.

Explore o fundo do mar com o novo Google Earth - Vídeo Reportagem

Represa pode ter causado tremor de 2008 na China - Reportagem Anexada

O devastador terremoto de maio passado em Sichuan, na China, que matou aproximadamente 80 mil pessoas, pode ter sido causado por uma obra humana. Mais precisamente pela construção da represa de Zipingpu, na Província afetada.

O debate entre cientistas e governantes chineses vem desde dezembro, mas correu o mundo na última semana após reportagem publicada pela revista científica "Science".

GeoEye Satellite Image
Imagem de satélite que mostra a represa de Zipingpu, na China; engenheiro diz água represada interfere na atividade sísmica
Imagem de satélite que mostra a represa de Zipingpu, na China; engenheiro diz que água represada interfere na atividade sísmica



Fan Xiao, engenheiro-chefe do Serviço de Mineração e Geologia de Sichuan, defende que as 315 milhões de toneladas de água que foram represadas interferem na atividade sísmica da região, que já é grande.

A represa, de 156 metros de altura, está localizada a 550 metros da falha geológica que causou o fenômeno. O epicentro do terremoto estava a 5,5 quilômetros da construção.

"Não estou dizendo que o terremoto não teria ocorrido se não fosse a represa, mas a presença da pesada obra pode ter alterado o tamanho ou o tempo do terremoto, criando então um tremor muito mais violento", disse Fan. Para ele, dados sobre o problema estão sendo retidos pela Academia Chinesa de Ciências, que é do governo.

O pesquisador chinês é apenas uma das vozes que surgiram para relacionar o terremoto --além das mortes, 5 milhões de pessoas ficaram desabrigadas com o sismo de 7,9 graus na escala Richter-- com a construção da represa. Mas ninguém ainda é capaz de afirmar se a real causa do tremor é a obra.

O governo chinês afirma que o terremoto em Sichuan é fruto de um inevitável desastre natural. A construção das grandes barragens, com o objetivo de aumentar a geração de energia e diminuir as inundações em várias áreas do país, continuará a ser patrocinada.

"É ridículo dizer que o terremoto tenha sido causado pela represa", disse o geofísico Lei Xinglin, do Departamento de Administração de Terremotos do governo da China. "Nós precisamos de pesquisas mais cuidadosas sobre esse tópico em vez de pularmos direto para as conclusões", disse Xinglin.

Não é a primeira vez que uma represa pode ter funcionado como o gatilho para um evento sísmico. Geólogos registram pelo menos uma dúzia de terremotos que teriam sido causados pela construção de represas. O maior desses eventos ocorreu em 1967 na Índia.

O peso da água da represa de Koyna gerou um terremoto de 6,3 graus de magnitude. Na época, 200 pessoas morreram. Todos os outros sismos tiveram entre 3 e 6 graus na escala Richter. O do ano passado na China, portanto, seria o maior.

Cunha gigante

Uma das explicações técnicas para a relação entre represa e terremoto é que a água retida pela parede na barragem funciona como uma enorme e pesada cunha. Ao entrar na falha geológica, a água empurraria as paredes da fratura, fazendo com que ocorresse a liberação de energia.

O ponto mais crucial para que o gatilho seja disparado é quando a água desce rapidamente, depois de o reservatório atingir seu ponto máximo.

Em Sichuan, as águas começaram a subir em dezembro de 2004. Em dois anos, o nível do reservatório já estava em 120 metros de altura.

Uma semana antes do fatídico 12 maio de 2008, a represa foi esvaziada por seus operadores "muito mais rápido do que todas as outras vezes", diz Fan.

Apesar de o governo chinês continuar irredutível, e de outros cientistas espalhados pelo mundo pedirem mais pesquisas, Fan diz estar convencido do problema. Ele afirma que vai continuar reclamando. Principalmente em relação a outras duas represas que serão construídas na região.

Com Associated Press

Fonte: BOL

Maconheiros de todo mundo, uni-vos - Reportagem Anexada



Edição de Artigos de Terça-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com


Por Arlindo Montenegro


A foto acima, retirei sem licença, da página que um Patriota envia diariamente, para não sei quantos atentos leitores não maconheiros, certamente. É um flagrante do encerramento do Foro Social em Belém. Num dado instante deste evento exemplar, o ilustre Ministro da Justiça cruzou com a moçada e foi aplaudido. É um stalinista emérito.

Faltou a redação de um documento, manifesto internacional ongambientalista socialista bolivariano, que poderia começar com o título acima. Lembrei muitas histórias vividas e ouvidas sobre os efeitos do tetracanabinol e outras drogas. No Maranhão, sesmaria do atual Presidente do Senado, em povoados miseráveis, os angelicais índios da reserva vizinha, carregam cestos da erva em bicicletas e vendem para os miscigenados da vila. Trocam por cachaça.

Olho a foto e penso que os moços reunidos pelas ongs internacionais na grande festa encheram a cuca com a fumaça fedida, não para espantar os mosquitos que eram afastados por repelentes capitalistas. Sim, para ver o mundo com as pupilas dilatadas e a consciência alterada, com muito riso e sem censura. Alheios à realidade.

NA MARCHA FOTOGRAFADA ESTÃO OS FUTUROS LÍDERES DO BRASIL E OUTROS PAISES REPRESENTADOS NA FESTA, os futuros legisladores, OS QUE VÃO DECIDIR O QUE FAZER COM A SUA VIDA E COM OS FRUTOS DO SEU TRABALHO.

Já vi este filme! Já ouvi testemunhos de como a moçada queima fumo nas escolas. Já ouvi relatos de professores coniventes. Já convivi com mestres apavoradas com a violência. E é triste ver escolas cercadas por grades e muros altos, como prisões, para impedir a invasão de traficantes.

O fumo esteve presente no prédio da Une, tombado na Praia do Russel, monumento histórico. Esta presente nas escolas superiores. E no final das contas, os caretas, os bons moços, os lúcidos vão seguir suas profissões liberais e constituir famílias. Os outros amigos vão prolongar a vida estudantil até a maturidade, continuando na militância política. Muitos, mais adiante vão ser eleitos representantes do povo, ocupar cargos públicos, ministérios, direção de ongs esquerdistas.

Claro que existem muitas exceções saudáveis. Como existem os que preferem produtos refinados, importados dos companheiros da Colômbia e da Bolívia, mais eficazes. A violência cotidiana natural para os moços desta geração de servos dos controladores, permeia hoje cada biboca nos recantos mais remotos deste pais continental.

É natural que, incapazes de concentrar-se em conseqüência da queima dos neurônios, sejam utilizados para pregar de modo continuado contra o sistema capitalista, contra a família e contra as liberdades que exigem responsabilidade, trabalho, respeito humano e respeito às Leis. Um admirável mundo novo!

Vivemos no limiar de exacerbação da violência e sem escolhas, sem defesa. Uma narrativa que transcrevo com alguns cortes, pode exemplificar e orientar esta e outras conclusões:


“Em maio do ano passado, numa solenidade, no Rio, Thiago da Fonseca, um major de 87 anos, cabeça branca e voz firme, driblou a segurança e relatou rapidamente ao ouvido do presidente da República as agruras por que passavam os ex combatentes. Lula chamou um auxiliar, determinou providências urgentes. A ordem do presidente resultou em nada. Dois meses depois Lula recomendaria aos estudantes reunidos na UNE que procurassem seus heróis, porque o país só lembrava de um: Tiradentes.


Os velhos pracinhas fecharam as portas do local onde mantinham viva a memória de personagens vivos da construção da democracia. A nação perdeu a memória e, para isso, não há remédio. Este é o cenário caótico, fruto da condução populista dos que deixam as crianças à mercê de traficantes, trata com desprezo seus velhos e heróis vivos. Em uniforme de gala, os pracinhas brincam de trocar a guarda, todos os meses, naquele monumento aos ex-combatentes brasileiros contra o nazismo, bem ali no aterro do Flamengo.


A meninada internacionalista luta para entregar a Amazônia aos companheiros, luta pelo poder para representantes de um regime pior que o nazismo. E nem se dá conta de que está sendo utilizada. Os neurônios já estão corroídos. O tetracanabinol da maconha destrói as sinapses, que fazem as conexões neurais...


As Forças Armadas estão seriamente infiltradas como todas as instituições. A crise prenuncia mais violência. Nossos políticos perderam o rumo objetivo da construção de uma nação soberana.


Arlindo Montenegro é Apicultor. Mas não fica doidão nem quando leva picada de abelha.
E se...o Brasil entrasse em guerra?

   Essa já é uma reportagem um pouco antiga, esta claramente desatualizada e eu discordo dos métodos e taticas militares que apareceram ali (sem falar que a tal "guerra" é prevista para terminar em meses; esse tipo de coisa leva no mínimo ANOS para terminar), mas dá uma boa idéia de como estamos agora.

E se...o Brasil entrasse em guerra?

Texto Tiago Cordeiro

Pode ter certeza de uma coisa: não seria contra os argentinos. No nosso continente, existem dois outros inimigos bem mais prováveis. Um deles é a Bolívia, que, em maio, forçou a Petrobras a vender com prejuízo suas duas refinarias no país. Os meses que antecederam a decisão foram muito tensos. Teve gente pedindo que nosso exército entrasse no território vizinho para retomar as refinarias à força. Seria relativamente fácil: nosso país tem o maior poderio militar da América do Sul. A Bolívia, só o oitavo. Temos 8 vezes mais homens, 11 vezes mais veículos e 21 vezes mais orçamento. O problema é que o venezuelano Hugo Chávez, o maior aliado do presidente boliviano, Evo Morales, não iria gostar nada dessa história. Chávez, que andou dizendo que o Senado brasileiro age “como um papagaio” do Congresso americano, poderia criar um front amazônico. “Uma guerra contra a Bolívia seria um passeio. Mas a reação de Chávez seria violenta”, diz José Alves Donizeth, cientista político e professor da UnB. Provavelmente, um conflito assim teria 3 etapas distintas (veja abaixo).

1 - A invasão brasileira

Partindo de Ladário, no Mato Grosso do Sul, o Brasil ataca a base boliviana de Puerto Suárez, a 10 quilômetros da fronteira. Dali, toma o acesso ao rio Paraguai, que hoje escoa metade das exportações da Bolívia. No território inimigo, os soldados brasileiros travam um conflito sangrento em San Ignacio de Velasco. Enquanto isso, parte das tropas ruma em direção a Santa Cruz de la Sierra, a maior cidade do país – que se rende sem resistência, assim como a província de Cochabamba. O exército boliviano inicia uma guerra suja de guerrilha. As refinarias da Petrobras são destruídas. Em reação, o Brasil bombardeia a capital, La Paz.

2 - A reação bolivariana

Chávez anuncia a formação da Frente Bolivariana Contra o Imperialismo Brasileiro, ataca o noroeste de Roraima e abre um novo front de guerra. Antes que o Brasil seja capaz de mobilizar as tropas, os aviões venezuelanos bombardeiam reservas indígenas ianomâmis, onde existem jazidas de diamantes. O governo da Colômbia, que há anos acusa a Venezuela de dar apoio logístico às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), se alia ao Brasil e coloca à disposição do vizinho soldados que conhecem bem a selva. O norte da Amazônia brasileira se transforma em uma espécie de Vietnã ocidental, com a mata fechada sendo palco de combates sangrentos que se desenrolam por meses a fio.

3 - A reviravolta americana

Sob o pretexto da salvar a floresta e os índios massacrados pelo exército venezuelano, os EUA entram no conflito ao lado do Brasil. Partindo de bases em Aruba e nas Antilhas Holandesas, atacam com aviões a capital Caracas. Em outra frente, enviam militares para reforçar os pelotões brasileiros baseados no 7º Batalhão de Infantaria de Selva, em Boa Vista (RR), e no 5º Batalhão de Infantaria de Selva, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Incapaz de encarar a guerra em duas frentes simultâneas e pressionado pela população por causa das mortes na capital, o governo da Venezuela se retira do território brasileiro.

4 - O pós-guerra

O conflito muda territórios e endurece as fronteiras entre os vizinhos. Os governos de esquerda são substituídos por presidentes de direita, com um discurso fortemente militarizado. “Uma guerra generalizada colocaria em risco a democracia no continente”, diz o professor Donizeth, da UnB. No exterior, crescem os acessos de xenofobia contra brasileiros. Com o presidente Morales exilado na Argentina, o Brasil controla a produção e distribuição de gás e se recusa a deixar a rica província de Santa Cruz. A Bolívia supera o Haiti e se torna o país mais miserável do continente. Em retaliação pela invasão, o Brasil ocupa o Estado venezuelano do Amazonas, que se incorpora ao nosso mapa como Amazonas do Norte. Um general pró-EUA assume o poder e concede às empresas americanas o poder de explorar o petróleo do país. Declarado criminoso de guerra, Hugo Chávez se esconde na selva, onde organiza milícias bolivarianas. Reforçadas pelos armamentos venezuelanos, as Farc bombardeiam Bogotá: a Colômbia explode em guerra civil. Os acordos de cooperação econômica da região são suspensos: o Mercosul vai pro beleléu.

Fonte: Super Interessante

Cientistas conseguem fazer teletransporte de um átomo inteiro - Matéria

Um grupo de pesquisadores das Universidades de Maryland e Michigan, nos Estados Unidos, deu mais um importante passo no emergente campo do teletransporte. Eles conseguiram teletransportar um gordão. Um átomo gordão, melhor dizendo.

No caso específico, reportado na edição desta semana do periódico científico "Science", o grupo liderado por Steven Olmschenk usou átomos de itérbio (um elemento pouco conhecido da tabela periódica, com nada menos que 70 prótons em seu núcleo).

Eles conseguiram transferir as características de um dos átomos para outro semelhante a uma distância de um metro. O que, na prática, equivale a teletransportá-lo. Mas só na prática.

Na verdade, nenhum dos dois átomos sai do lugar. O que viaja, por rotas ainda completamente misteriosas, é a informação, ou seja, as características quânticas, como a rotação. E o que era um passa a ser o outro, como num passe de mágica -- ou, como Albert Einstein se referiu ao fenômeno, numa "ação fantasmagórica à distância". 

 

Teletransportes quânticos, como são chamados, têm sido feitos desde 1997. O novo avanço consiste na capacidade de fazer a coisa acontecer com átomos inteiros compostos por múltiplas partículas, em vez de partículas mais simples como os fótons (componentes da luz), os candidatos mais prováveis a esse tipo de experimento, ou mesmo prótons.

O sucesso só é possível porque, na misteriosa mecânica quântica, que rege o comportamento de objetos muito pequenos, as partículas não possuem características definidas até que elas sejam observadas. Mas, apesar disso, é possível juntar duas partículas diferentes de modo que elas fiquem intrisecamente relacionadas, mesmo que separadas pelo espaço.

A esse fenômeno os cientistas dão o nome de entrelaçamento (entanglement). E aí, depois que duas partículas estão entrelaçadas, dependendo da interação que se promove com uma delas, voilà, as características são transferidas para a outra -- não importando a distância.

Sonhos de ficção

Claro que experimentos como esse evocam, imediatamente, imagens da série de TV "Jornada nas estrelas" ("Star trek"), em que os tripulantes da nave Enterprise desciam aos planetas usando um aparelho de teletransporte, que desmaterializava a pessoa e rematerializava-a no local desejado. (O aparelho é hoje particularmente cobiçado pelas pessoas que enfrentam o trânsito das grandes cidades para ir ao trabalho.)

Entretanto, os cientistas admitem que fazer teletransporte de objetos mais complicados, compostos por zilhões de partículas, como o capitão Kirk, é um desafio que beira totalmente a impossibilidade.

"O teleporte quântico ocorre quando dois estados entrelaçados de duas partículas estão altamente correlacionados, de modo que é possível usar a interação com uma partícula para afetar a outra", explica o físico Lawrence Krauss, da Universidade Estadual do Arizona. "Mas essa correlação quântica é muito frágil. É por isso que pessoas e outros objetos macroscópicos agem de forma clássica, e não como na mecânica quântica."

Na verdade, o grande objetivo dos pesquisadores é usar o teletransporte quântico -- que, na verdade, se resume a transportar informações de uma partícula a outra -- em novas tecnologias de computação.

O sonho do computador quântico, que usaria as propriedades malucas das partículas para processar dados, é um que os cientistas de fato têm esperança de converter em realidade num futuro próximo. Essas máquinas permitiriam a realização de alguns cálculos hoje impossíveis e também aumentariam dramaticamente a segurança na transmissão de dados.

Para o processamento de dados quânticos, a partícula favorita é mesmo o fóton, mais fácil de entrelaçar. Mas computadores também precisam de memória física, e para isso é bem melhor usar partículas com massa -- daí a importância do avanço recém-produzido pela equipe de Olmschenk.

Fonte: Globo.Com

C&H Retrata o Ativismo Universitário - Tira

   As vezes (na maioria delas aliaís) eu acho Cianyde & Happiness cretino demais. Mas essa tira aí é a síntese perfeita de como certas pessoas agem no nosso mundo:

   ...E vida aos E.L.P.D.s da vida (certos ativismos são inúteis, mas afastam essa pirralhada garotada da maconha por algum tempo).

Tas na Crise - 3 Vídeos de Simples Entendimentos Sobre a Crise Econômica

   Bem, desculpem-me a demora para postar, mas é difícil encontrar informações úteis na internet hoje em dia, e eu prefiro por uma coisa util aqui uma vez por mês que postar bobagens todos os dias (para isso eu tenho o outro blog, o DMI).

   Achei por aí esses 3 vídeos do Jornalista Multimídia e Bloguista Marcelo Tas, onde ele vai explicando de modo simples coisas a respeito da crise econômica que vai lentamente englobando o mundo.

   Bem, aí está.

 

Tas na crise - Episódio 1: "A crise vista do táxi"

 

Tas na crise - Episódio 2: Analistas 'chutam' previsões

Tas na Crise - Episódio 3: "A crise dentro da cabeça"

Livro de Hitler ganha versão mangá no Japão

    Essa é boa. Bem, parece que viro moda os asiáticos fazerem mangá de histórias famosas e livros conhecidos. Esses tempos eu comprei um mangá do Che Guevara. Ok, ok, não me digam que Che foi assassino e tal, eu já sei (mas que o mangá dele Owna... xD). Bem, aqui vai uma matéria que eu peguei do site da MSN.

 

Livro de Hitler ganha versão mangá no Japão

'Mein Kampf', escrito na prisão pelo líder nazista, ganha 1ª versão em quadrinhos.

Dois polêmicos e famosos livros ganharam os traços do mangá no Japão. Mein Kampf (em português, Minha Luta), escrito na prisão por Adolf Hitler, chegou às livrarias japonesas em novembro. Agora, em dezembro, é a vez de O Capital, de Karl Marx.

A iniciativa foi da editora japonesa East Press, que resolveu incluir estas duas obras na sua coleção Clássicos da Literatura em Mangá.

"A idéia é oferecer ao leitor a possibilidade de ler um clássico e entender os conceitos em apenas uma hora", explicou o editor-chefe Kosuke Maruo à BBC Brasil.

Mein Kampf é um livro polêmico, pois contém as sementes da ideologia anti-semita e nacionalista que marcou o nazismo. "A idéia não é apresentar Hitler como vilão ou herói, mas apenas mostrar quem era e o que ele pensava. Não estamos preocupados com polêmicas", disse Maruo.

O editor lembra também que o livro, cuja publicação e venda são proibidas em alguns países, já foi editado no Japão. "Além disso, todo mundo já conhece a história inteira e como os nazistas pensavam", reforça ele, que diz não ter recebido até agora nenhuma reclamação de leitor.

O mangá conta a história do líder nazista, desde a infância, até culminar na Segunda Guerra Mundial. Fala também do ódio que ele sentia pelos judeus. "Vendo a história de vida dele, não dá para achar que era uma pessoa totalmente ruim. Ele era apenas uma pessoa triste", defendeu o editor-chefe.

Entre as obras conhecidas da literatura e da filosofia que viraram mangá pela East Press estão Crime e Castigo, de Dostoiévski, Fausto, de Goethe, Rei Lear, de Shakespeare, e Guerra e Paz, de Tólstoi.

No total são 27 títulos lançados até agora, sendo 13 de autores estrangeiros.

Outros dois - Os Miseráveis, de Victor Hugo, e O Desespero Humano -

Doença até a Morte, do teólogo e filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard - já estão no forno e devem chegar às livrarias no começo de 2009.

O campeão de vendas é Kanikousen, inspirado na obra do escritor japonês Takiji Kobayashi. Na seqüência vem Os Irmãos Karamasov, de Dostoiévski. "Os títulos da série são obras que as pessoas conhecem, mas não têm muita paciência para ler até o fim", justificou o editor-chefe. Daí o sucesso de vendas.

Ao todo, segundo Maruo, já foram impressos 1,2 milhão de exemplares da série toda. Marx e o recém lançado mangá de Hitler chegam ao mercado com 30 mil cópias cada.

Teorias complexas

O lançamento de O Capital em mangá não poderia vir em um momento mais apropriado.

Muitos no Japão culpam o capitalismo - principal alvo de crítica na obra de Marx - pela atual crise financeira global.

Entre os principais conceitos da obra de Marx levados para a história do mangá estão a exploração do trabalhador, as diferenças de classes sociais e o surgimento da moeda geradora do lucro. "Com a recessão econômica que o país enfrenta agora, esperamos uma boa saída de O Capital", disse Maruo.

O editor-chefe garante, porém, que não foi proposital o lançamento da obra neste atual momento de crise. "Já estava nos planos da editora", disse ele, ao lembrar que um mangá, para ficar pronto, demora até cinco meses.

Diversidade de temas

Apesar da East Press ser uma das poucas no mercado a trabalhar com clássicos da literatura mundial, o segmento de mangás no Japão já vem usando há anos os traços orientais dos desenhos para explicar diversos temas.

Relações diplomáticas com a China, degustação avançada de vinhos, epidemia da gripe aviária, parábolas da Bíblia e até a nossa capoeira já viraram mangá no país. O formato compacto, o baixo custo e a linguagem popular ajudam a transformar este tipo de publicação em sucesso de vendas.

Escola Austríaca e a Refutação Cabal do Socialismo Parte 1

Esse é dos grandes, mas se você tiver um amigo, professor, etc. que esteja dando nos teus nervos com essas bobagens marxistas, manda ele entrar nesse blog e ler isso.

Bem, novamente eu encontrei isso aí vagueando por um tópico do orkut. Não que eu passe horas matando tempo ali (aliais, perdoem-me vocês, mas eu acho esse negocio de ficar mandando scrap, buddy poke, etc, muito frescura) mas eu uso ele por que é o site de interações com maior número de brasileiros. Se quiser saber a opinião de alguem que é mais esperto que Karl Marx, mas é menos famoso que ele (ou seja, 20% da população letrada ou\e iletrada), vá no orkut.

Bem, chega de enrolação, vamos ao texto:

Escola austríaca e a refutação cabal do socialismo

Introdução

O fracasso do socialismo como princípio de ordenamento social é hoje evidente para qualquer pessoa sensata e informada – o que exclui, é claro, os socialistas. Estes, porém, insistem que o malogro coletivista foi um mero acidente histórico, que a teoria é fundamentalmente correta e que pode funcionar no futuro, se presentes as condições apropriadas. Tentarei demonstrar nesse texto, recorrendo na medida das minhas limitações aos ensinamentos da escola austríaca de economia, que absolutamente não é esse o caso, que a teoria econômica (para não falar dos fundamentos filosóficos, éticos, sociológicos e políticos!) do socialismo é insustentável em seus próprios termos, e que ipso facto os resultados calamitosos constatados pela experiência histórica são, e sempre serão, uma consequência inevitável de uma ordem (rectius: desordem!) socialista. Não é preciso enfatizar a importância de se ter plena consciência da natureza perniciosa dessa corrente política e de suas funestas implicações, uma vez que em nosso país um poderoso movimento totalitário está muito próximo de tomar o poder.

O Erro dos Clássicos

O núcleo do pensamento econômico socialista está na concepção do valor como decorrente do volume de trabalho necessário para a produção das mercadorias, e isso não só em Marx como também em outros teóricos como Rodbertus, Proudhon etc. Essa teoria do valor constitui a premissa elementar da qual a mais-valia e a exploração são deduzidas. Marx, como se sabe, não inventou a teoria do valor-trabalho. Ela foi exposta bem antes por Adam Smith e David Ricardo e, dada a autoridade desses mestres, ganhou foros de ortodoxia. É difícil entender como esses dois pensadores notáveis, cujas descobertas foram realmente magníficas, puderam fracassar tão cabalmente justamente na questão crucial do valor. Talvez por causa dos avanços das ciências naturais, que estavam revelando propriedades antes insuspeitadas nas coisas, eles acharam que era mais "científico" considerar o valor também como um atributo da coisa.
 
Vários pensadores antes de Smith já tinham tido o insight correto: o valor das coisas depende da avaliação subjetiva de sua utilidade. O valor está na mente dos homens. Hoje se sabe que os filósofos escolásticos e os primeiros economistas franceses, Cantillon e Turgot, haviam concebido uma teoria econômica superior em muitos pontos a dos clássicos britânicos, sobretudo quanto ao valor. Smith e Ricardo, porém, puseram a economia na pista errada com uma teoria do valor falaciosa e, nesse aspecto, causaram um grave retrocesso no pensamento econômico. Mas não por muito tempo. Enquanto Marx e outros pensadores socialistas faziam da teoria objetiva do valor a pedra fundamental de sua doutrina, diversos estudiosos já tinham constatado o desacerto dessa teoria e, independentemente, buscavam alternativas. Em todo caso, não seria exagero afirmar que Marx foi um economista clássico ortodoxo e que seus mestres, Ricardo em especial, podem ser considerados os fundadores honorários involuntários do socialismo "científico". Por ironia, o "revolucionário" Marx foi um conservador extremado em teoria econômica, enquant o que os economistas "burgueses" austríacos empreenderam uma verdadeira revolução nesse campo científico.
 
A Redescoberta da Subjetividade do Valor

Vários economistas, entre eles o austríaco Carl Menger, chegaram basicamente a mesma conclusão que seus esquecidos antecessores pré-clássicos: o valor é subjetivo. A teoria subjetiva do valor - ou teoria da utilidade marginal - resolve o problema satisfatoriamente, sem deixar lacunas. O valor nada tem a ver com a quantidade de trabalho empregada na produção da coisa., mas depende de sua utilidade para a satisfação de um propósito de uma determinada pessoa. A utilidade decresce à medida em que mais unidades de um dado bem são adquiridas, posto que a primeira unidade é empregada na função mais urgente segundo a escala de valores de cada um, a segunda unidade exerce a função imediatamente menos urgente etc. Para um sujeito que já tem uma televisão, por exemplo, ter outra já não tem a mesma urgência – dito de outra forma, as tvs são idênticas, exigiram a mesma quantidade de trabalho na sua produção, mas não têm o mesmo valor. Cada indivíduo tem uma escala de valores diferente, e o que é valioso para um pode não valer nada para outro. Até para o mesmo indivíduo a utilidade – e daí o valor – de um determinado bem varia no tempo.

Isto posto, é fácil verificar que os preços refletem a interação entre ofertantes e demandantes, cada um com sua respectiva escala de valores. Compradores e vendedores potenciais expressam suas preferências no mercado, condicionadas por suas valorações pessoais e intransferíveis, e dessa interação surge uma razão de troca, um preço, que vai variando para igualar oferta e procura ao longo do tempo, de modo que em um determinado instante todos os que valoram o que querem adquirir (no caso a tv) mais do que o que se propõem a dar em troca (no caso um preço monetário x) conseguem comprar o produto. O fabricante de tvs, segundo Marx, primeiro fabrica o produto e da quantidade de trabalho por unidade sai o valor e, consequentemente o preço. Isso é precisamente o inverso do processo real.
 
Na verdade, o fabricante inicialmente faz uma estimativa de um certo preço que ele espera que atraia compradores e esgote o estoque – compradores que valorem mais a tv do que o dinheiro correspondente ao preço. Em seguida ele calcula o custo de produção aos preços correntes e, se for suficientemente inferior à receita final prevista, aí sim ele contrata e combina os fatores de produção para obter o produto. Não é pois o trabalho ou de modo geral o custo de produção que determina o valor e o preço. É justamente o contrário: o preço projetado determina o custo de produção.
 
O Emaranhado de Falácias Marxistas

Visando definir o valor com mais rigor do que Ricardo e levar a teoria às suas últimas consequências lógicas, Marx acaba demonstrando involuntariamente a invalidade das proposições pertinentes. Como seus antecessores, Marx distingue entre valor de uso e valor de troca. Para ele, as trocas só ocorrem quando coincide a quantidade de trabalho empregada no que se dá e no que se recebe. Só há troca, pois, nos termos marxistas, quando há coincidência de valor, que por sua vez é função do volume de trabalho dispendido. Ocorre que essa linha de raciocínio logo esbarra em um obstáculo insuperável: o trabalho é heterogêneo. Na ausência de homegeneidade, não há como tomar o trabalho como unidade de conta e medida de valor. Marx tenta superar o problema com os conceitos de trabalho "simples" e trabalho "complexo", fixando uma proporção entre eles, mas falha totalmente. Comos os preços flutuam, Marx decreta que essas variações são ilusórias; o real é um certo "preço médio" que equivale ao valor, que equivale ao volume de trabalho dispendido na produção do bem.
 
Ao procurar fugir da rede de falácias que vai tecendo, Marx incorre em uma óbvia petição de princípio que até hoje engana os ingênuos: a medida do valor seria a quantidade de trabalho "socialmente necessário" para a produção de determinada mercadoria. Ora, só podemos saber o que é "socialmente necessário" investigando o que leva os indivíduos que compõem uma sociedade a valorar uma coisa o suficiente para que sua fabricação seja "socialmente necessária". Porque mais cds de pagode são produzidos do que cds de música clássica? Porque o pagode é mais "socialmente necessário" do que a música erudita? Porque há muito mais gente que gosta de pagode do que os que preferem música erudita. Fica claro que o que foi dado como provado, que o valor depende da quantidade de trabalho "socialmente necessário", é precisamente o que se necessita provar. O que é "socialmente necessário"? É aquilo que os indivíduos desejam. Sendo assim, é evidente que temos que procurar o valor das coisas nas preferências individuais, não no custo de produção. Ademais, o trabalho não é o único fator de produção. Marx evidentemente sabe que o trabalho sem o fator terra – os recursos naturais – é inútil e vice-versa. Ele assevera que só o trabalho humano cria valor, pois a natureza é passiva. Mas se o trabalho isolado é incapaz de criar valor, o que nos impede de afirmar que o valor depende da quantidade de recursos naturais "socialmente necessários" à produção disso ou daquilo? E, como toda produção demanda tempo, porque não pode ser o valor definido como a quantidade de tempo "socialmente necessário" para a fabricação de uma mercadoria? Nessa ordem de idéias, mais lógico seria conceber o valor como função da quantidade de trabalho, terra, tempo e capital "socialmente necessários" para a produção de um bem. No fim das contas, é isso mesmo que Marx faz no vol. III de O Capital, relacionando o valor ao custo de produção, contradizendo sua própria concepção do valor-trabalho exposta no vol. I.
 
Para a teoria subjetiva, todavia, não há mistério e não há exceções: o "valor de troca" não é função do trabalho ou do custo de produção, e jamais pressupõe igualdade de valor. Se eu dou tanto valor ao que me proponho a trocar quanto ao que me é oferecido, simplesmente não troco. Só há troca quando os valores são diferentes, quando cada parte quer mais o que recebe do que o que dá. O contrato de trabalho não foge à regra. Cada contratante valora mais o que dá do que o que recebe, logo não há exploração. De fato, provando-se a falsidade da teoria do valor-trabalho, invalida-se inexoravelmente a exploração e a mais valia, e todo o edifício teórico deduzido dessa teoria desaba como um prédio do Sergio Naya.
 
Ademais, baseando-se na "lei de ferro dos salários", segundo a qual sempre que a remuneração do trabalho subisse acima do nível de subsistência os "proletários" aumentariam a sua prole, trazendo os salários de volta para o nível de subsistência original, Marx assegurou que o capitalismo engendrava a miserabilização crescente do proletariado. Trata-se de uma tese contraditória em seus próprios termos, vez que se a tendência fosse a de que a remuneração do trabalho permanecesse estagnada num patamar de miséria não haveria uma miserabilização "crescente", e sim uma "miserabilidade constante". Na verdade, o padrão de vida dos trabalhadores não cessou de aumentar nos países capitalistas avançados, o que é o resultado natural da liberdade individual de maximizar a utilidade – o valor – nas trocas livres, voluntárias e mutuamente benéficas travadas no que se chama economia de mercado. A conseqüente acumulação de capital investido per capita em grau maior do que o aumento demográfico da força de trabalho torna o trabalho cada vez mais escasso em relação ao capital – e os salários reais cada vez mais altos. Marx, como é comum entre os intelectuais, odiava a divisão do trabalho. Mas foi o aprofundamento da divisão do trabalho que permitiu o aumento da produtividade do trabalho e o consequente aumento do poder aquisitivo real dos salários. O "alienado" operário que aperta parafusos na linha de montagem é recompensado pelo fato de que a produtividade do seu trabalho é tal que lhe permite adquirir produtos antes sequer existentes e ter um padrão de vida muito superior ao artesão autônomo do passado que controlava todo o processo de produção. Marx acreditava que a livre concorrência levaria a uma superconcentração do capital. Na verdade, a concorrência força sem parar a redução de custos e preços, resultando numa melhor utilização de recursos escassos e os liberando para emprego em novas linhas de produção. Marx não distinguiu o capitalista do empresário. Na realidade, capitalista é todo aquele que consome menos do que produz.
 
No sistema de Marx, como vimos, as trocas pressupõem igualdade de valor entre os bens negociados. Acontece que, como demonstrado acima, as trocas pressupõem precisamente o contrário: desigualdade de valor. Ou não há troca alguma. Assim, se a realidade se comportasse como na teoria de Marx, não haveria trocas. Na realidade, ninguém trabalharia sequer para si mesmo, posto que tal envolve uma substituição de um estado atual considerado pelo agente como insatisfatório por um estado futuro reputado como mais satisfatório. Quer dizer, até o trabalho autônomo envolve uma troca e valores desiguais. O mundo de Marx seria povoado por seres autárquicos, autísticos e estáticos. Um mundo morto. Não admira que os regimes socialistas sofram invariavelmente de uma tendência para a completa estagnação e paralisia da atividade econômica.
Escola Austríaca e a Refuação Cabal do Socialismo Parte 2

A Lei da Preferência Temporal

Outra descoberta fundamental, feita por um discípulo de Carl Menger chamado Eugen von Bohm-Bawerk, relaciona-se com a influência do tempo no processo produtivo. Ele percebeu uma categoria universal da ação humana: as pessoas dão mais valor a um bem no presente do que o mesmo bem no futuro, posto que o tempo é escasso, e logo é um bem econômico. Os indivíduos ao agirem elegem determinados fins e quanto mais cedo puderem alcançá-los, melhor. Partindo desse axioma ele obteve a explicação definitiva do fenômeno do juro, e mais, que o juro nas operações de crédito financeiras é um caso especial de um fenômeno geral. A produção demanda tempo; do início até a venda do produto há uma demora, sem falar no risco de o produto não ser vendido. Ocorre que ninguém quer esperar até que a venda ocorra para receber sua parte no total – isso se a venda realmente acontecer, e o preço for recompensador. Os proprietários dos fatores de produção - os trabalhadores, os proprietários do espaço alugado, os fornecedores de insumos, os donos dos bens de capital – querem receber logo sua parte sem partilhar dos riscos. Dito de outra forma, eles preferem bens presentes a bens futuros. Mas os bens presentes sofrem um desconto. Daí receberem menos agora do que receberiam no futuro. Ficam livres do risco, que é assumido pelo empresário e pelos poupadores que lhe outorgaram seus recursos.

A parcela que um determinado trabalhador agrega ao produto final – o valor do produto marginal, como dizem os economistas – pode ou não ser remunerado integralmente. Há frequentemente casos em que o trabalhador recebe mais do que produziu, quando o preço não cobre os custos, o que não tem explicação pela teoria marxista. O capitalista paga a mais-valia ao proletário! O que é certo é que na economia de mercado há forças operando incessantemente para igualar o salário ao valor do produto marginal. Tanto o lucro quanto o prejuízo são sinais de desequilíbrio. As perdas significam que os compradores não valoram um determinado bem.

 
Marx nunca compreendeu – ou não quis compreender - que o empresário é um preposto dos consumidores e que são estes quem determinam indiretamente o nível de remuneração dos fatores de produção – salários inclusos. A tarefa dos empresários é satisfazer os caprichos dos consumidores. Nessa função ele deve assumir riscos pois o futuro é sempre incerto. Nota-se, pois, o absurdo da condenação da produção "para o lucro" pelos marxistas vulgares e sua veneração pela produção "para o uso". Sucede que toda produção sempre tem por fim o consumo, i.e., o uso. A produção não é um fim em si mesmo, e sim um meio para se alcançar um fim: o consumo. O lucro e as perdas monetários são sinais fundamentais que orientam os empresários a organizar eficientemente a produção de modo a satisfazer os usos mais urgentemente desejados pelos usuários (presupondo-se a ausência de privilégios concedidos pelo governo aos produtores em detrimento dos consumidores, tais como tarifas, monopólios, subsídios, licenças etc). A lei da preferência temporal exerce um papel determinante no processo produtivo. Se todos os proprietários de fatores (os empregados donos de sua força de trabalho, os fornecedores de insumos, o proprietário do espaço onde a fábrica ou loja se situa, os capitalistas) decidissem partilhar do risco e aguardar até a efetiva venda do produto final total para então dividirem pro rata a receita total, todos eles seriam empresários. Como porém, o ser humano prefere o mesmo bem agora do que no futuro (que é sempre incerto), surge a necessidade social de que um indivíduo, ou grupo de indivíduos reunidos (empresa), exerça essa função empresarial, que é absolutamente indispensável para o progresso da sociedade. O empresário, assim, paga agora aos proprietários de fatores com bens presentes em troca de receber os mesmos bens (dinheiro) no futuro, correndo o risco de não receber. Esse desconto dos bens presentes em termos de bens futuros, como já assinalado, é o que se chama de juro.

A Impossibilidade do Cálculo Econômico em uma Comunidade Socialista

Tendo demonstrado satisfatoriamente que a crítica marxista ao capitalismo é inteiramente equivocada, resta empreender por nosso turno a crítica ao sistema socialista, conforme idealizado por Marx, seus sucessores e outras correntes socialistas. Esse sistema exige a propriedade pública dos meios de produção – terra, trabalho e capital – e o conseqüente planejamento central de toda as atividades econômicas. A primeira objeção que vem à mente é a questão dos incentivos: quem planeja e quem obedece às ordens do planejador ou planejadores? Quem determina o padrão de remuneração dos serviços e que padrão é esse? Numa sociedade que se presume igualitária, a remuneração deve ser igual para todos os tipos de trabalho? Nesse caso, o neurocirurgião terá o mesmo incentivo para exercer suas funções que o lixeiro? Segundo os marxistas, cada um contribui para a coletividade segundo as suas possibilidades e recebe de um fundo comum segundo suas necessidades. Já é possível até aqui imaginar a complexidade do problema.

Pois um discípulo de Bohm-Bawerk, Ludwig von Mises, foi mais além, atingindo a raiz do problema do socialismo, que é ainda mais profunda do que a complicação dos incentivos permite vislumbrar. Mises descobriu que a atividade econômica em uma economia complexa depende de um cálculo prévio que leve em conta os preços monetários dos fatores de produção. Impossível esse cálculo, impossível a atividade econômica. Ocorre que, numa sociedade socialista pura, todos os fatores de produção pertencem a um único dono: o Estado. Sem propriedade privada os fatores não são trocados e, logo, não têm preço. A escassez relativa dos fatores de produção e seus usos alternativos fica oculta e o planejador central inexoravelmente é levado a agir às cegas. Mises admitiu para argumentar que a questão dos incentivos não apresentasse nenhum obstáculo, que todos se empenhassem diligentemente em suas tarefas.

 
Ou seja, postula-se que a natureza humana seja aquela que os teóricos socialistas quiserem que ela seja, não o que ela de fato é. Mesmo assim, na ausência de preços para os fatores de produção, o cálculo econômico é impossível e a atividade econômica se torna caótica, vez que não se pode discernir entre os vários tipos de combinação de fatores aquele que é o mais econômico. Dado um determinado estado de conhecimento tecnológico, sempre existem inúmeras maneiras de se empreender um projeto econômico qualquer, digamos uma siderúrgica, mas somente se a escassez relativa dos fatores de produção é expressa em preços monetários é possível escolher dentre as soluções técnicas possíveis aquela que é mais econômica, ou seja, a que representa os menores custos em relação ao preço futuro do produto final, e só assim se pode avaliar ex ante se o projeto sequer é economicamente viável no momento. Como nada disso é a priori possível numa sociedade socialista, todos os empreendimentos tocados pelo estado não passam de um gigantesco desperdício de recursos que mais cedo ou mais tarde leva ao colapso econômico. A experiên cia comunista comprovou tudo isso, muito embora não tenha nunca existido uma sociedade socialista realmente pura. A URSS podia usar o sistema de preços do mundo capitalista como referência e copiar seus métodos de produção, e um florescente e gigantesco mercado negro supria até certo ponto as monumentais falhas do planejamento estatal. Mesmo assim, a economia soviética sempre foi um caos. Funcionou por algum tempo graças ao uso sistemático do terror como "incentivo". Mas o terror não pode durar para sempre. Quando arrefeceu, foi-se o incentivo e a economia comunista anquilosou rapidamente e morreu.
 
A Natureza Dispersa do Conhecimento

A crítica de Mises publicada em 1920 causou consternação na intelligentsia socialista. Ao menos o desafio foi levado a sério e muitas respostas foram aventadas. Nos anos 30 alguns economistas socialistas (Oskar Lange, Abba Lerner) formularam a teoria do "socialismo de mercado", baseada nas idéias do economista do séc. 19 Léon Walras, que concebeu um método de equações matemáticas capazes de permitir a compreensão do estado geral de equilíbrio de uma economia. Tudo o que se fazia necessário, pois, era outorgar certa autonomia aos gerentes das unidades produtivas de modo que igualassem o preço do produto ao custo marginal para que o comunismo funcionasse tão bem como o capitalismo. Muitos economistas liberais eminentes, como Joseph Schumpeter e Frank Knight, aceitaram a validade dessa solução e se convenceram de que não havia obstáculos econômicos ao socialismo. Ainda outro economista austríaco, contudo, Friedrich Hayek, discípulo de Mises, desenvolveu certos aspectos implícitos na análise de seu mestre para refutar a "solução" socialista. O esquema walrasiano padece de um defeito fatal: é estático. O conhecimento técnico, os recursos e as informações são considerados dados no sistema. Hayek argumentou que o conhecimento é disperso na sociedade e a sua utilização racional é levada a efeito por cada indivíduo traçando seus próprios planos segundo circunstâncias personalíssimas e intransferíveis. O mercado coordena esses planos espontâneamente, sobretudo por intermédio do sistema de preços, de forma muito mais racional e útil do que um planejamento central poderia esperar fazer. O planejamento central implica na supressão dos planos individuais. Os indivíduos tornam-se instrumentos do planejador central, mas esse não pode ter jamais a esperança de coordenar a produção racionalmente. O estado de equilíbrio é uma quimera que não tem lugar no mundo real, dinâmico por natureza, e o conhecimento, as oportunidades e a informação nunca estão "dados". Ao contrário, estão sendo incessante.
 
Conclusão

Provar que na economia de mercado não existe mais-valia nem exploração, todavia, não é o mesmo que dizer que a exploração não existe. Existe. Ela ocorre quando somos forçados a dar alguma coisa em troca de nada, como, v.g., no caso dos tributos recolhidos pelo Estado. O Estado é a máquina perfeita de exploração. E o marxismo, por conferir um poder absoluto ao Estado, é o veículo insuperável da exploração sistematizada. A doutrina socialista por ser intrinsecamente falsa leva inevitavelmente a uma perversão e inversão do sentido das palavras, como notou Orwell – por ironia ele mesmo um socialista convicto. Liberdade é escravidão e escravidão é liberdade; democracia é ditadura e ditadura é democracia; cooperação voluntária é coerção e coerção é cooperação voluntária. O Estado socialista é dono de tudo, o que traduz a triste realidade de que os que comandam o governo são os senhores implacáveis, os proprietários absolutos dos comandados. Socialismo é mais do que uma restauração da escravidão; é seu aperfeiçoamento e culminância.

Vale lembrar ainda que a análise supra vale para qualquer espécie de socialismo, seja o comunismo (socialismo de classe), nazismo (socialismo de raça) ou fascismo (socialismo de nação).

Tudo o que foi exposto aqui é conhecido há décadas. Contudo, pouca gente sabe pois a intelligentsia de esquerda bloqueia a sua divulgação. É uma vergonha, pois uma das tarefas principais dos intelectuais – os que se dedicam ao estudo das idéias – deveria ser justamente a de esclarecer a sociedade a respeito das idéias certas a serem adotadas para o bem comum, e advertir do perigo de se aceitar teorias erradas. Mas não é isso que acontece, infelizmente. Parece que os intelectuais sofrem de uma propensão irreprimível para o socialismo, certamente porque nele vislumbram a chance de empalmar o poder absoluto em causa própria. Em termos marxistas, o próprio marxismo não passa de ideologia, a falsa consciência, que uma classe – a intelligentsia – difunde em função de seus próprios interesses.
 
Essas falsas idéias se propagam e iludem – alienam – as futuras vítimas da classe "revolucionária". É um dever inadiável de todo cidadão consciente denunciar esse esquema podre, desmascarar a falácia socialista e esclarecer a opinião pública na medida de suas possibilidades.
Publicado originalmente em http://www.oindividuo.com/convidado/alceu2.htm
Teoria dos Níveis de Expanção Populacional

Bem, para começar, gostaria de dar uma notícia chocante a todos vocês: a teoria de Darwin está completamente incompleta: não é exatamente o ambiente que seleciona os animais que vivem nele, mas na maioria das vezes, o contrário. Essa analise pode ser confirmada por um experimento muito simples realizado antes mesmo do século XX. Durante um grande período de tempo, as pessoas imaginavam que formas complexas de vida surgiam do nada, tais como moscas, baratas, etc. Tal teoria foi derrubada com um experimento muito simples: pegou-se dois recipientes, com um bife em cada um, sendo que um deles estava com uma tampa, e o outro não. O que não tinha tampa apodreceu rapidamente e logo emergiram moscas dele, o com a tampa não. Bem, existem uma bateria de conclusões a respeito, se atendo a que importa nesse momento: as moscas escolheram seu ambiente, o bife, e não o contrário.

Claro qeu isso nem chega a ser uma teoria, mas calma cara: quem estuda ou estudou biologia sem duvida se lembra do gráfico da população animal. Ele mostra o seguinte: o potencial de reprodução de um ser vivo (que sobe em nivel exponencial com o passar do tempo) o número real de indivíduos e a diferença entre esses dois, a chamada resistência do meio. Para entender isso, vamos usar um exemplo simples:

  1. Vamos dizer que certa população de coelhos, que começou com 10, tenha a capacidade de duplicar de tamanho, então seu potencial biótico é número de indivíduos vezes 2, em função do tempo;
  2. como todos os coelhos são jovens, nenhum morreu ainda nem ficou estéril, então a linha de crescimento do número de indivíduos seguiu o potencial biótico, por enquanto; o número de coelhos no segundo mês é de 20;
  3. ops, dois coelhos se afogaram no percurso do segundo mês, antes de se reproduzir, a equação para o terceiro mês é um pouco alterada: 18x2x1=36 coelhos. Repare que até mesmo pequenas alterações tem efeitos a longo prazo: esses dois coelhos mortos serão menos 4 no terceiro mês, 8 no quarto, e assim por diante;
  4. 36 coelhos nesse terceiro mês, mas êpa: parece que dois sairam do armário e formaram um casal gay! menos coelhos no mês seguinte: 34x2x1=68;
  5. quarto mês; 68, quinto; 136, no sexto será 272 né? não contávamos com uma coisa...;
  6. parece que as rapozas famintas, migraram para a area dos coelhos, como lá só tem isso pra comer, os coelhos encontraram a sua maior resistência do meio, a partir desse momento a população de coelhos começa a parar de crescer, e forma-se uma relação simbiótica com as rapozas, afinal de contas, elas não irão conseguir caçar todos os coelhos, e se caçarem muito, vão acabar se reproduzindo demais e morrendo de fome, sendo que o número de coelhos é mantido pelo número de rapozas, e o número de rapozas é mantido pelo número de coelhos.

Esse é um exemplo muito simples, claro, e mesmo sem as rapozas, ia chegar em um momento que os coelhos iam comer todas as frutas da região, sendo seu potencial biótico a morte por inanição.

E a minha teoria? bem, teoricamente, segundo as leis que regem esse sistema (comida, predadores, fertilidade, etc) a população humana deveria seguir próximo ao seu potencial biótico: temos poucas guerras, nenhum predador natural, controlamos nossas fontes de alimento, vivemos bastante, etc.

O que acontece não é isso claro; com a utilização de métodos anticoncepcionais, com o estímulo desenfreado ao homossexualismo, com o aborto, e o pior de tudo, com pessoas em boas condições sociais se recusando a ter filhos, a população vai envelhecendo.

Gráfico de crescimento da população mundial.

Mesmo assim, como podemos ver, o aumento populacional é algo quase impossível de evitar; somos 8 bilhões hoje, daqui uns 50 anos seremos 16 bilhões, mais 50 anos 32, assim por diante.

Se eu fosse algum intelectual ou matemático qualquer, diria que seria bom nós esterelizarmos os pobres, criarmos armas biológicas letais, etc, etc. porque algo terrível esta muito próximo de acontecer: a falta de alimentos.

Atualmente, se num delírio socialista nós dividíssimos toda a Terra em lotes iguais para cada casal de ser humanos, teríamos uma pequena fazenda para cada um, com muita fartura. O problema é o seguinte; grandes areas dela são inaproveitáveis, outras são florestas que nós não podemos mexer senão acaba destruindo o solo, e mesmo as araveis, são muitas vezes aproveitadas de modo inadequado, diminuindo a produtividade. A situação se complica com o aumento da população; se uma fazenda que alimentava uma família que hoje tem 2 pessoas, amanha vai alimentar a mesma familia com 4 pessoas, sendo que em poucos séculos ela vai chegar ao seu limite.

Nesse contexto, a morte de um número muito grande de pessoas parece se tornar viável. Dou um pequeno exemplo, que vi num livro do Machado de Assis: existem duas tribos, e só um saco de batatas; se elas fizerem paz e dividirem as batatas, vão acabar morrendo todos de fome em pouco tempo; se elas lutarem, e uma tribo acabar com a outra, o saco deverá servir para que eles possam atravessar os vales, onde existem batatas em abundância.

O fato é que logo precisar-se-á expulsar povos de sua terra, devido ao crescimento populacional; isso acontece até mesmo com carneiros e vacas. Mas será que essa questão se resolve só com a morte delas?

Isso parece demonstrar que quanto mais pessoas VIVAS INTERAGINDO JUNTAS, mais a humanidade PROGRIDE. Entretanto, como manter vivas dezenas de trilhões de pessoas? expandindo nosso meio ora. "cara, nós estamos em cada canto do planeta, como vamos expandir-nos, plantando batata no oceano?" bem, também isso, mas a melhor forma de nos expandirmos, é saindo do nosso planeta.

A minha idéia é ficção científica, por enquanto (e até que as pessoas comecem a ver o preço dos alimentos irem para as nuvens): a construção industrial de foguetes, e futuramente, até pode se pensar no tão sonhado elevador espacial.

No momento em que houver muitos foguetes, os custos de operação no espaço caem, possibilitando a criação de infra estrutura permanente para as pessoas. Talvez daqui a algumas decadas você ouça falar de Star City como um termo rotineiro: bases estelares com espaço para centenas de pessoas conviverem, mas isso é só o começo.

Com uma infra estrutura espacial montada, ficaria mais pratico construir o que for necessario, la mesmo, e para isso, nada melhor que a lua; passa-se a segunda fase da colonização espacial: a construção de grandes bases na lua, com a intenção de se expandir futuramente para abrigar cidades com espaço para dezenas de milhares de habitantes.

A partir do momento em que houvesse uma autonomia no espaço, os vôos para lá seriam apenas para mandar novos tripulantes para la. Aí começa a terceira etapa da colonização, que seria chamada própriamente de evacuação terrestre. No apice das operações, 10 mil pessoas partiriam por hora da Terra, em mais de 250 bases instaladas pelo globo "Viage de Ski Line, para as estrelas". Claro que isso só aconteceria daqui a uns 100 anos, e talvez essas bases nada mais fossem aeroportos grandes o suficiente para acomodar um avião interespacial.

E o meio ambiente?

Certamente você imagina os impactos ambientais causados pelo uso de tanta força, mas acho que temos um potêncial muito grande para isso: o hidrogênio, que misturado com o oxigenio, forma agua, tornando um combustivel completamente não poluente.

 

Talvez tudo isso nem chegue perto de acontecer, mas é um bom exercício de reflexão xD.

O Silêncio dos Bons - Texto que ta andando pela internet

Bem, de tempos em tempos surge na internet um texto famoso que na grande maioria das vezes nós desconhecemos o autor. Eles se espalham via e-mail, algumas vezes são piadas, outras mensagens de ódio aos americanos, outras histórias de cachorros magros, outras fatos absurdos que ocorrem em algum lugar, e outras, política, veja só essa:

 O SILÊNCIO DOS BONS



Diamantina, interior de Minas, 1914.
O jovem Juscelino Kubitschek, de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu Medicina e se especializou em Paris. Como presidente, modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e amantes; humilde e obstinado, é (e era) querido por todos.


Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não ter estudado. Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que ler é um hábito chato. Quando era sindicalista, percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje, ao que parece.


Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha mais velha entra no exército britânico; como tenente-enfermeira, sua função é recolher feridos em meio aos bombardeios. Hoje ela é a rainha Elizabeth II.


Brasília, 2005.
A primeira-dama Marisa requer cidadania italiana - e consegue. Explica, candidamente, que quer 'um futuro melhor para seus filhos'. E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS?


Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.


Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante as muitas provas, Lula repete o 'eu não sabia de nada!', e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi 'traído', mas não conta por quem.

 Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, que vai sozinho à delegacia buscar o filho, numa madrugada chuvosa. Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.


Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa, de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu filhinho nessa 'sujeira'.
Qual sujeira?


Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente, brasileiríssimo BEM-195, da Embraer, por US$ 10 milhões.


Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio anglo-alemão. Gasta US$ 57 milhões e manda decorar a aeronave de luxo nos EUA.




'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons.'

Martin Luther King

O Feminismo está destruindo o Ocidente - Reportagem

Ops, outra reportagem de um tópico do Orkut que eu achei interessante. Não se incomode com o fato dela estar aqui, afinal, se a idéia é inocúa.

As mulheres e o futuro da humanidade

A Europa pode hoje se orgulhar de uma sofisticação e modernidade sem paralelo em sua história. As mulheres européias agora ocupam mais do que nunca posições de chefia e liderança no mundo dos negócios. Cuidar de casa e de uma família? Nem pensar.

Mulher européia: planos e interesses empresariais

O índice de casamentos na Alemanha vem caindo, deixando para os homens alemães a opção de esquecerem completamente essa instituição “falida” ou casarem-se com mulheres do terceiro mundo. As alemãs estão ocupadas demais no mundo dos negócios. Na Alemanha em particular e na Europa em geral, o pensamento padrão é: o lugar da mulher não é no lar. É na empresa.

Com tal participação ativa das européias no mercado de trabalho, o feminismo europeu pode se gabar de uma grande conquista: o casamento na Europa está acabando, trazendo como conseqüência menos filhos e menos cidadãos europeus para o futuro. As crianças muçulmanas enchem as escolas alemãs, enquanto as crianças alemãs são uma população estudantil cada vez menor. É a contagem regressiva para o fim da Europa.

Mulher muçulmana: ela está decidindo o futuro da Europa

Apesar da realidade óbvia, os europeus são incapazes de ver o seu próprio fim. As mulheres muçulmanas são muito mais realistas. Elas, que ainda seguem o papel feminino “tradicional” de cuidar do lar, do marido e dos filhos, dizem claramente: “Vamos ganhar a Europa!”

Especialistas já alertam que em menos de 100 anos a maior parte da Europa será muçulmana. Os sinais já estão aí. Hoje, Berlim é a segunda maior cidade muçulmana do mundo. Na famosa Bruxelas, capital da Bélgica, o nome mais comum dado aos bebês agora é… Maomé. E Londres, na Inglaterra, está para construir uma mesquita com capacidade para 40 mil pessoas. Tal revolução se tornou possível porque as muçulmanas estão comprometidas com sua religião e com suas funções naturais.
 
A “religião” da mulher européia é o individualismo, o carreirismo e a contracepção. Carreirismo é colocar carreiras profissionais acima de qualquer outro interesse. O futuro da menina européia hoje está programado: no mercado de trabalho. A menina européia é educada desde cedo para não pensar em família e filhos, mas para focar sua vida inteiramente no carreirismo e na contracepção.

Entretanto, por mais que programem e eduquem, o futuro da Europa não está nas mãos das mulheres européias, que estão nas empresas. Os muçulmanos sabem muito bem disso. Só os europeus é que estão dormindo. Nas próprias reuniões muçulmanas, as mulheres muçulmanas falam abertamente para as outras: “Fiquem em casa e gerem bebês! Assim, conquistaremos a Europa!” Quem pensou que a mulher profissional está acima da mulher do lar, enganou-se. No final das contas, é a mulher do lar que vai decidir o destino da própria civilização européia.

Na verdade, mesmo com todas as suas questões religiosas polêmicas, as muçulmanas praticam a valorização máxima do lar, da família e dos filhos. Apesar de sua humilde posição, são elas que estão fazendo diferença muito maior e mais importante do que as européias que chefiam empresas. Num certo sentido, parece que as muçulmanas atenderam ao chamado de Paulo em Tito 2, onde ele instrui as mulheres mais velhas a ensinar as mulheres mais jovens a se dedicarem ao lar e à família. Na questão da dedicação ao lar e aos filhos, as muçulmanas estão seguindo muito melhor a Bíblia do que as cristãs da Europa. E sua obediência a princípios tão básicos está decidindo o próprio futuro da Europa.

As européias seguem princípios mais modernos e a Bíblia, em todos os sentidos, é descontextualizada de sua realidade transformadora, por meio de interpretações que mudam a verdade em mero costume cultural, enfraquecendo as famílias, os lares e destruindo assim o Cristianismo europeu e a própria civilização européia.
 
Contudo, a Europa é só um exemplo menor do que está para vir ao mundo. O nome mais comum hoje dado aos bebês no mundo inteiro é… Maomé.

Governo dos EUA e ONU ativamente envolvidos na promoção dos “direitos das mulheres”

Como explicar o fato de que enquanto as muçulmanas seguem suas funções naturais, as mulheres européias seguem tendências empresariais? Os teólogos mais liberais atribuem o carreirismo como mover de Deus entre as mulheres de hoje. São eles também que defendem a contracepção, o aborto e o homossexualismo.

Pondo de lado a questão bíblica, é possível avaliar as causas do sucesso do carreirismo entre as européias e mulheres de outros lugares do mundo. Quase vinte anos atrás, tive oportunidade de estudar e traduzir um documento secreto do governo dos EUA. Esse importante material, de décadas atrás, estipulava que o governo americano, com a manipulação da ONU e poderosos órgãos internacionais, deveria se empenhar na promoção sistemática dos direitos das mulheres: do direito à contracepção e ao aborto e a entrada em massa das mulheres no mercado de trabalho.

Desde então, o governo americano fez investimentos bilionários em políticas voltadas às mulheres. Mas sua intenção nunca foi ajudar as mulheres. O propósito dessas políticas era afastar as mulheres do lar e de sua função natural. Foi assim que, por várias décadas, o governo americano se ocupou em estratégias para incentivar as mulheres a se dedicarem a carreiras, como forma de desviá-las de realizar sonhos de construir um lar com vários filhos.
 
Os resultados são espantosos. Sob a influência da ONU, a maior parte da legislação moderna de cada nação dá “incentivos” ao carreirismo e à contracepção. As mulheres do mundo estão aos milhões caindo na sedução dos reluzentes direitos oferecidos por meio da ONU, sem saberem que estão entrando assim nos esquemas cuidadosamente planejados décadas atrás pelo governo dos EUA, que conseguiram vender ao mundo a visão da mulher fora do lar. Por sua vez, o governo americano foi cooptado por poderosos grupos de interesses de controle populacional e engenharia social.

Socialismo e capitalismo doente: de mãos dadas na promoção dos “direitos das mulheres”

É dessa forma que o moderno capitalismo americano se tornou nas sombras o melhor aliado do socialismo na destruição da família e seus valores.

A ONU, o maior símbolo de dominação socialista mundial, não promove os direitos das mulheres por interesse no bem-estar das mulheres. A ONU recebeu dinheiro capitalista para pregar a mesma mensagem que se tornou pensamento padrão das sofisticadas européias: lugar da mulher é na empresa — de preferência na liderança.

Qual vai ser o futuro da família e dos papéis sexuais sob a influência da ONU? No que depender da ONU, as mulheres do mundo deverão seguir na fila as mulheres européias. Mas no final, quem vai decidir o destino do mundo não é a mulher que dirige e lidera, mas a mulher que cuida bem do seu lar, seja ela muçulmana ou cristã.

Desconhecendo o que está por trás “dos direitos das mulheres”, mesmo mulheres cristãs se deixam levar pela correnteza politicamente correta, onde as carreiras profissionais são ambições mais elevadas do que família e lar. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas resistem, insistindo em colocar os ensinos de sua religião acima dos planos da ONU disfarçados de “direitos das mulheres”.
 
Tal uso e abuso dos “direitos das mulheres” não significa que a mulher não tenha de ter direitos, mas que é preciso verificar atentamente o que está por debaixo do embrulho atraente dos presentes que são oferecidos supostamente para ampliar os horizontes das pessoas. A escravidão moderna, ou neo-escravidão, muitas vezes se esconde em capas refinadas, prometendo liberdade, mas enjaulando com seduções e enganos.

Reduzindo a população mundial: carreiras para as mulheres e homossexualismo para os homens

Enquanto uma poderosa máquina de engenharia social leva as mulheres a entrar em massa no mercado de trabalho — e abandonar suas funções naturais —, o número de homens entrando em massa no homossexualismo — e igualmente abandonando suas funções naturais — está aumentando assustadoramente.

Quando o governo dos Estados Unidos decidiu usar a ONU para conduzir as mulheres ao mercado de trabalho, seu alvo era reduzir a população mundial. Com uma população menor, vários países estratégicos não gastariam tanto de seus recursos naturais em si mesmos, mas os guardariam para o futuro — um futuro onde, estrategicamente, os EUA planejam usá-los.

Contudo, quase ninguém fica desconfiado quando a ONU prega que existe uma explosão demográfica e que por isso todos os casais devem se entupir de drogas contraceptivas, etc. Essa propaganda vem embalada em rótulos elegantes como “direitos reprodutivos”, “direitos sexuais“, “direitos das mulheres”, etc. Resultado: a propaganda está dando certo. As mulheres de hoje são condicionadas a não pensar em família e filhos — e elas estão adorando esse condicionamento. Pergunte às alemãs.

Quanto ao fenômeno moderno da explosão de homossexualismo na população masculina, o que esperar? Além dos fatores espirituais e psicológicos, o homossexualismo também vem sendo promovido como estratégia para deter a explosão demográfica. Homens homossexuais não casam com mulheres. E, o mais importante, homens fazendo sexo com homens jamais geram bebês.
 
Mulheres e homens abandonando suas funções naturais — é o sacrifício que o governo americano, o socialismo e a ONU planejaram para controlar a população mundial. O uso das mulheres foi decisivo, pois é bem mais fácil os homens abandonarem suas funções naturais depois que as mulheres abandonam as delas.

“Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro”. (Romanos 1:26-27 ACF)

Maria: ela disse “sim” a Deus, não aos sistemas humanos

No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas “Preferência para mulheres grávidas”. A própria responsabilidade social impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver. Hoje, com direitos iguais, mulheres e homens poderiam igualmente entrar em primeiro lugar nos botes salva-vidas?

E por falar em salvação de vidas, devemos ser gratos a Deus que Maria não era uma moderna mulher européia. Se fosse, em vez de dizer “sim” a Deus, ela diria “sim” à contracepção e ao carreirismo. Se fosse, ela iria querer muito mais a liderança de uma empresa do que um bebê. Graças a Deus, ela escolheu o bebê, que se tornou a única esperança de salvação para o mundo inteiro.
 
Até para vir ao mundo, Deus precisou de uma mulher com sua função natural. Aliás, tal função natural foi inspirada, criada e planejada pelo próprio Deus, mas por causa da propaganda sistemática da ONU, cada vez menos pessoas se lembram para que serve essa função.

Entretanto, não estamos completamente perdidos. A Palavra de Deus, que é luz no meio da escuridão imposta pela ONU e por políticas estatais traiçoeiras e entidades dos Estados Unidos, diz que, assim como Maria acolheu bebê Jesus em seu ventre, assim também toda mulher que se abre para seu papel de mãe está recebendo não apenas uma criancinha, mas também acolhendo a presença de Jesus. O próprio Jesus diz:

"Quem recebe uma criancinha em meu nome, está me recebendo; e quem me recebe, não está apenas me recebendo, mas também àquele que me enviou". (Marcos 9:37)

A missão de gerar bebês não envolve mais trazer a presença física de Jesus à terra, como ocorreu no caso de Maria. Mas sem dúvida alguma, quando uma mulher cristã abraça sua missão em nome de Jesus, ela estará acolhendo muito mais do que um bebê.

Mulher européia carreirista x muçulmana dedicada ao lar

Enquanto as européias querem empresas cada vez maiores em números de empregados e clientes, as muçulmanas querem famílias maiores. O resultado previsível não é só que as muçulmanas já podem vislumbrar a conquista da Europa “cristã” de mentalidade contraceptiva, feminista e carreirista, mas também que o Islamismo é a religião que mais cresce na Europa e no mundo.

A Bíblia diz que a mulher sábia edifica seu lar. A edificação do lar tem tudo a ver com filhos. Se uma mulher sábia edifica o seu lar, as mulheres sábias edificam um país. Com seus muitos filhos, as muçulmanas já estão “edificando” a Europa inteira. E as mulheres cristãs, ocuparão seu tempo edificando o que?
 
A Bíblia também diz que a mulher tola destrói sua família com as próprias mãos. Por amor ao carreirismo, ao feminismo e à contracepção, é exatamente isso o que as européias estão fazendo com suas famílias, igrejas e nações.

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/as-mulheres-e-o-futuro-da-humanidade.html
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