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Represa pode ter causado tremor de 2008 na China - Reportagem Anexada
O devastador terremoto de maio passado em Sichuan, na China, que matou aproximadamente 80 mil pessoas, pode ter sido causado por uma obra humana. Mais precisamente pela construção da represa de Zipingpu, na Província afetada.
O debate entre cientistas e governantes chineses vem desde dezembro, mas correu o mundo na última semana após reportagem publicada pela revista científica "Science".
| GeoEye Satellite Image |
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| Imagem de satélite que mostra a represa de Zipingpu, na China; engenheiro diz que água represada interfere na atividade sísmica |
Fan Xiao, engenheiro-chefe do Serviço de Mineração e Geologia de Sichuan, defende que as 315 milhões de toneladas de água que foram represadas interferem na atividade sísmica da região, que já é grande.
A represa, de 156 metros de altura, está localizada a 550 metros da falha geológica que causou o fenômeno. O epicentro do terremoto estava a 5,5 quilômetros da construção.
"Não estou dizendo que o terremoto não teria ocorrido se não fosse a represa, mas a presença da pesada obra pode ter alterado o tamanho ou o tempo do terremoto, criando então um tremor muito mais violento", disse Fan. Para ele, dados sobre o problema estão sendo retidos pela Academia Chinesa de Ciências, que é do governo.
O pesquisador chinês é apenas uma das vozes que surgiram para relacionar o terremoto --além das mortes, 5 milhões de pessoas ficaram desabrigadas com o sismo de 7,9 graus na escala Richter-- com a construção da represa. Mas ninguém ainda é capaz de afirmar se a real causa do tremor é a obra.
O governo chinês afirma que o terremoto em Sichuan é fruto de um inevitável desastre natural. A construção das grandes barragens, com o objetivo de aumentar a geração de energia e diminuir as inundações em várias áreas do país, continuará a ser patrocinada.
"É ridículo dizer que o terremoto tenha sido causado pela represa", disse o geofísico Lei Xinglin, do Departamento de Administração de Terremotos do governo da China. "Nós precisamos de pesquisas mais cuidadosas sobre esse tópico em vez de pularmos direto para as conclusões", disse Xinglin.
Não é a primeira vez que uma represa pode ter funcionado como o gatilho para um evento sísmico. Geólogos registram pelo menos uma dúzia de terremotos que teriam sido causados pela construção de represas. O maior desses eventos ocorreu em 1967 na Índia.
O peso da água da represa de Koyna gerou um terremoto de 6,3 graus de magnitude. Na época, 200 pessoas morreram. Todos os outros sismos tiveram entre 3 e 6 graus na escala Richter. O do ano passado na China, portanto, seria o maior.
Cunha gigante
Uma das explicações técnicas para a relação entre represa e terremoto é que a água retida pela parede na barragem funciona como uma enorme e pesada cunha. Ao entrar na falha geológica, a água empurraria as paredes da fratura, fazendo com que ocorresse a liberação de energia.
O ponto mais crucial para que o gatilho seja disparado é quando a água desce rapidamente, depois de o reservatório atingir seu ponto máximo.
Em Sichuan, as águas começaram a subir em dezembro de 2004. Em dois anos, o nível do reservatório já estava em 120 metros de altura.
Uma semana antes do fatídico 12 maio de 2008, a represa foi esvaziada por seus operadores "muito mais rápido do que todas as outras vezes", diz Fan.
Apesar de o governo chinês continuar irredutível, e de outros cientistas espalhados pelo mundo pedirem mais pesquisas, Fan diz estar convencido do problema. Ele afirma que vai continuar reclamando. Principalmente em relação a outras duas represas que serão construídas na região.
Com Associated Press
Fonte: BOL
Maconheiros de todo mundo, uni-vos - Reportagem Anexada

Edição de Artigos de Terça-feira do Alerta Total http://www.alertatotal.blogspot.com
Por Arlindo Montenegro
A foto acima, retirei sem licença, da página que um Patriota envia diariamente, para não sei quantos atentos leitores não maconheiros, certamente. É um flagrante do encerramento do Foro Social em Belém. Num dado instante deste evento exemplar, o ilustre Ministro da Justiça cruzou com a moçada e foi aplaudido. É um stalinista emérito.
Faltou a redação de um documento, manifesto internacional ongambientalista socialista bolivariano, que poderia começar com o título acima. Lembrei muitas histórias vividas e ouvidas sobre os efeitos do tetracanabinol e outras drogas. No Maranhão, sesmaria do atual Presidente do Senado, em povoados miseráveis, os angelicais índios da reserva vizinha, carregam cestos da erva em bicicletas e vendem para os miscigenados da vila. Trocam por cachaça.
Olho a foto e penso que os moços reunidos pelas ongs internacionais na grande festa encheram a cuca com a fumaça fedida, não para espantar os mosquitos que eram afastados por repelentes capitalistas. Sim, para ver o mundo com as pupilas dilatadas e a consciência alterada, com muito riso e sem censura. Alheios à realidade.
NA MARCHA FOTOGRAFADA ESTÃO OS FUTUROS LÍDERES DO BRASIL E OUTROS PAISES REPRESENTADOS NA FESTA, os futuros legisladores, OS QUE VÃO DECIDIR O QUE FAZER COM A SUA VIDA E COM OS FRUTOS DO SEU TRABALHO.
Já vi este filme! Já ouvi testemunhos de como a moçada queima fumo nas escolas. Já ouvi relatos de professores coniventes. Já convivi com mestres apavoradas com a violência. E é triste ver escolas cercadas por grades e muros altos, como prisões, para impedir a invasão de traficantes.
O fumo esteve presente no prédio da Une, tombado na Praia do Russel, monumento histórico. Esta presente nas escolas superiores. E no final das contas, os caretas, os bons moços, os lúcidos vão seguir suas profissões liberais e constituir famílias. Os outros amigos vão prolongar a vida estudantil até a maturidade, continuando na militância política. Muitos, mais adiante vão ser eleitos representantes do povo, ocupar cargos públicos, ministérios, direção de ongs esquerdistas.
Claro que existem muitas exceções saudáveis. Como existem os que preferem produtos refinados, importados dos companheiros da Colômbia e da Bolívia, mais eficazes. A violência cotidiana natural para os moços desta geração de servos dos controladores, permeia hoje cada biboca nos recantos mais remotos deste pais continental.
É natural que, incapazes de concentrar-se em conseqüência da queima dos neurônios, sejam utilizados para pregar de modo continuado contra o sistema capitalista, contra a família e contra as liberdades que exigem responsabilidade, trabalho, respeito humano e respeito às Leis. Um admirável mundo novo!
Vivemos no limiar de exacerbação da violência e sem escolhas, sem defesa. Uma narrativa que transcrevo com alguns cortes, pode exemplificar e orientar esta e outras conclusões:
“Em maio do ano passado, numa solenidade, no Rio, Thiago da Fonseca, um major de 87 anos, cabeça branca e voz firme, driblou a segurança e relatou rapidamente ao ouvido do presidente da República as agruras por que passavam os ex combatentes. Lula chamou um auxiliar, determinou providências urgentes. A ordem do presidente resultou em nada. Dois meses depois Lula recomendaria aos estudantes reunidos na UNE que procurassem seus heróis, porque o país só lembrava de um: Tiradentes.
Os velhos pracinhas fecharam as portas do local onde mantinham viva a memória de personagens vivos da construção da democracia. A nação perdeu a memória e, para isso, não há remédio. Este é o cenário caótico, fruto da condução populista dos que deixam as crianças à mercê de traficantes, trata com desprezo seus velhos e heróis vivos. Em uniforme de gala, os pracinhas brincam de trocar a guarda, todos os meses, naquele monumento aos ex-combatentes brasileiros contra o nazismo, bem ali no aterro do Flamengo.
A meninada internacionalista luta para entregar a Amazônia aos companheiros, luta pelo poder para representantes de um regime pior que o nazismo. E nem se dá conta de que está sendo utilizada. Os neurônios já estão corroídos. O tetracanabinol da maconha destrói as sinapses, que fazem as conexões neurais...
As Forças Armadas estão seriamente infiltradas como todas as instituições. A crise prenuncia mais violência. Nossos políticos perderam o rumo objetivo da construção de uma nação soberana.
Arlindo Montenegro é Apicultor. Mas não fica doidão nem quando leva picada de abelha.